terça-feira, 7 de julho de 2015

O BLOG SAI DE FÉRIAS E ESPERA QUANDO VOLTAR:

DILMA TENHA CAIDO,
LULA TENHA SIDO PRESO,
A "ORCRIM" COLOCADA NA CLANDESTINIDADE,
E MAIS,
CONGRESSO FECHADO,
NOVA LEI CONSTITUCIONAL ESCRITA POR HOMENS DE BEM!


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terça-feira, 30 de junho de 2015

Dilma - Saudação à Mandioca (REMIX) - By Timbu Fun

Exclusivo: o pedido de investigação das pedaladas de 2015

Exclusivo: o pedido de investigação das pedaladas de 2015
Brasil 30.06.15 15:23

A oposição também pediu ao TCU que estenda a investigação sobre as pedaladas fiscais para este ano. O tribunal já apura as irregularidades nas contas de Dilma Rousseff em anos anteriores, mas ainda não se debruçou sobre 2015, quando a "contabilidade criativa" de Dilma continuou. Veja a íntegra do pedido aqui.

Os oposicionistas alegam, na representação, que a prova da continuidade das pedaladas fiscais em 2015 está no balanço do Banco do Brasil do primeiro trimestre, que “demonstra a evolução dos valores devidos pelo Tesouro Nacional, a título de equalização de juros da safra agrícola, a esta instituição financeira em aproximadamente 20% (vinte por cento) do montante devido em dezembro de 2014. No 4º balanço trimestral de 2014 a dívida sob esta rubrica era de R$ 10,9 bilhões, passando para R$ 12,7 bilhões em 31 de março de 2015”.

Mais:

“O fato é que restou comprovado que as pedaladas fiscais se estenderam para o ano de 2015, continuando mesmo após acórdão desse Egrégio Tribunal de Contas, nos autos do processo administrativo supracitado, recomendar a cessação das ações de uso de dinheiro das instituições financeiras controladas pela União para pagamento de programas governamentais, por constituir operação ilegal de crédito ao afrontar a Lei de Responsabilidade Fiscal.”

http://www.oantagonista.com/posts/exclusivo-o-pedido-de-investigacao-das-pedaladas-de-2015

Exclusivo: a representação contra Dilma

Exclusivo: a representação contra Dilma
Brasil 30.06.15 15:01

Os partidos de oposição, como mostramos, protocolarão hoje às 16h uma representação na Procuradoria-Geral da República contra Dilma Rousseff e Edinho Silva por extorsão. O Antagonista obteve o documento. Veja a íntegra aqui.

Segundo a representação, fica claro que “as doações realizadas pela construtora UTC, que oficialmente doou à campanha eleitoral de Dilma Rousseff R$ 7,5 milhões, nas datas de 5 de agosto, 27 de agosto e 22 de outubro de 2014, foram fruto de grave ameaça realizada pelo então tesoureiro da campanha de Dilma Rousseff, Senhor Edinho Silva, Segundo Representado. A ameaça consistia na exclusão da construtora UTC das empresas que participariam das obras a serem realizadas pela Petrobras e pelo Governo Federal. Note-se que esta ameaça é de evidente concretude, pois conforme apurado na Operação Lava Jato, o que é fato público e notório, os contratos firmados pela Petrobras eram formalizados com empresas participantes de um cartel, em comum acordo com gestores públicos nomeados pela Primeira Representada”.

Para os políticos, portanto, a responsabilidade criminal de Edinho Silva é inquestionável, “tendo obtido diretamente da vítima as vantagens econômicas em favor da Primeira Representada”. Quanto a Dilma Rousseff, diz que “a vantagem econômica recebida é inquestionável, pois os valores foram creditados em favor de sua campanha eleitoral”.

Com isso, a peça pede a instauração de inquérito policial para investigar o crime e sua autoria.

http://www.oantagonista.com/posts/exclusivo-a-representacao-contra-dilma

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Roberto Freire, ao Antagonista


Roberto Freire, ao Antagonista
Brasil 26.06.15 19:53


Roberto Freire, presidente do PPS, foi o primeiro a dar declarações sobre as denúncias de Ricardo Pessoa:

“A informação mais significativa é que Dilma recebeu em caixa dois. Essa denúncia é demolidora. É a presidente da República. E não adianta dizer que não sabia, porque quem recebeu foram os dirigentes de sua campanha. Mesmo não sendo objeto de desejo de ninguém, o impeachment muitas vezes começa a ser uma necessidade e se impõe. O país caminha para a ingovernabilidade. Vai voltar com força a tese do impeachment. Não vejo com fugir à discussão sobre isso”.

http://www.oantagonista.com/posts/roberto-freire-ao-antagonista

Ronaldo Caiado, ao Antagonista


Ronaldo Caiado, ao Antagonista
Brasil 26.06.15 20:02

O senador Ronaldo Caiado, líder do DEM no Senado, comentou as denúncias de Ricardo Pessoa:

"Esse é o comprovante definitivo de que a campanha da presidente Dilma foi 100% irrigada por caixa dois e pelo desfalque na Petrobras. Já é suficiente para promovermos a antecipação das eleições no Brasil e buscar o que a sociedade deseja: representantes que possam representar com credibilidade o Brasil. Vamos ter que convocar novas eleições no Brasil. É crime eleitoral, não tem condição nenhuma de (a presidente) continuar à frente. Na segunda-feira, temos que cobrar no Senado que seja levado para a Câmara a abertura do processo (de Impeachment). É simplesmente o cumprimento da lei. É crime eleitoral, a resposta é o afastamento".

http://www.oantagonista.com/posts/ronaldo-caiado-ao-antagonista

CAIXA 2 DO IMPEACHMENT - Ex-presidente da UTC afirma que repassou R$ 3,6 mi aos tesoureiros de Dilma e do PT em 2010 e 2014

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Caiu na rede – Em depoimento na esteira de delação premiada, o ex-presidente da UTC, Ricardo Pessôa, revelou ter repassado R$ 3,6 milhões de caixa dois para o ex-tesoureiro da primeira campanha da presidente Dilma Rousseff (2010), José de Filippi Júnior, e ao ex-tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto, entre 2010 e 2014. Pessôa ainda entregou aos investigadores uma planilha intitulada “pagamentos ao PT por caixa dois” que relaciona os ex-tesoureiros a valores.
O Supremo Tribunal Federal (STF) homologou, na quinta-feira (25), a delação de Ricardo Pessôa, o que significa que as informações por eleprestadas por ele em depoimento à Procuradoria Geral da República poderão ser utilizadas como indícios para ajudar as investigações.
José de Filippi, atual secretário municipal de Saúde de São Paulo, é uma das pessoas mais próximas ao ex-presidente Luiz Inácio da Silva. Antes de ser o responsável pelas contas da campanha de Dilma Rousseff, ele foi o tesoureiro da campanha à reeleição de Lula em 2006.
Os supostos pagamentos a Filippi relacionados pelo ex-presidente da UTC somam R$ 750 mil e foram feitos nos anos eleitorais de 2010, 2012 e 2014. Há apenas um pagamento fora do calendário eleitoral, no ano de 2011, de R$ 100 mil.
De acordo com a planilha, quando era tesoureiro da campanha de Dilma, em 2010, José de Filippi teria recebido de caixa dois R$ 250 mil. No Tribunal Superior Eleitoral (TSE) há registro de repasse de R$ 1 milhão da UTC para a direção nacional do PT. Na prestação da campanha de Dilma, não há registro de doação da empreiteira nem do seu braço Constran. Nos demais anos, a planilha do “caixa dois” indica repasses nos valores de: 2012 (R$ 200 mil); 2013 (R$ 100 mil) e 2014 (R$ 100 mil).
Ricardo Pessoa chegou a arrolar o ex-tesoureiro de Dilma como sua testemunha de defesa no processo em que o empreiteiro é acusado de chefiar o esquema de empreiteiras que pagava propina para executivos e partidos políticos em troca de conseguir os melhores contratos na petroleira. Até o juiz federal Sérgio Fernando Moro estranhou a lista de testemunhas, chegando, na época, a pedir explicações sobre a escolha dos nomes.
A planilha apresentada por Pessoa no processo de delação premiada ainda relaciona João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT. O petista está preso acusado de ser o operador do PT no esquema de corrupção e de ter lavado dinheiro para o partido. Na relação apresentada pelo empreiteiro, ele aparece relacionado a suposto pagamento de caixa dois no valor de R$ 2,9 milhões que teriam sido efetuados entre 2011 e 2013, período em que ele respondia pelo caixa do PT.
Em fevereiro de 2011, ele teria recebido R$ 500 mil para o partido; em março de 2011, R$ 500 mil; em março de 2012, R$ 220 mil. Em 2013 foram quatro pagamentos: em abril (R$ 350 mil), em julho foram dois pagamentos de R$ 350 mil e R$ 500 mil e em agosto, de R$ 500 mil.
http://ucho.info/ex-presidente-da-utc-afirma-que-repassou-r-36-mi-aos-tesoureiros-de-dilma-e-do-pt-em-2010-e-2014

PETROLÃO: EXPLOSIVO E EXCLUSIVO – Na capa da VEJA, a lista de Ricardo Pessoa

CAPA veja delator
Na VEJA.com. Volto ao assunto de madrugada.
O engenheiro Ricardo Pessoa, dono da construtora UTC, tem contratos bilionários com o governo, é apontado como o chefe do clube dos empreiteiros que se organizaram para saquear a Petrobras e cliente das palestras do ex-presidente Lula. Desde a sua prisão, em novembro passado, ele ameaça contar com riqueza de detalhes como petistas e governistas graúdos se beneficiaram do maior esquema de corrupção da história do país.
Nos últimos meses, Pessoa pressionou os detentores do poder — por meio de bilhetes escritos a mão — a ajudá-lo a sair da cadeia e livrá-lo de uma condenação pesada. Ao mesmo tempo, começou a negociar com as autoridades um acordo de delação premiada.
O empresário se recusava a revelar o muito que testemunhou graças ao acesso privilegiado aos gabinetes mais importantes de Brasília. O Ministério Público queria extrair dele todos os segredos da engrenagem criminosa que desviou pelo menos 6 bilhões de reais dos cofres públicos. Essa negociação arrastada e difícil acabou na semana passada, quando o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou o acordo de colaboração entre o empresário e os procuradores.
VEJA teve acesso aos termos desse acerto. O conteúdo é demolidor. As confissões do empreiteiro deram origem a 40 anexos recheados de planilhas e documentos que registram o caminho do dinheiro sujo. Em cinco dias de depoimentos prestados em Brasília, Pessoa descreveu como financiou campanhas à margem da lei e distribuiu propinas.
Ele disse que usou dinheiro do petrolão para bancar despesas de 18 figuras coroadas da República. Foi com a verba desviada da estatal que a UTC doou dinheiro para as campanhas de Lula em 2006 e de Dilma em 2014. Foi com ela também que garantiu o repasse de 3,2 milhões de reais a José Dirceu, uma ajudinha providencial para que o mensaleiro pagasse suas despesas pessoais. A UTC ascendeu ao panteão das grandes empreiteiras nacionais nos governos do PT. Ao Ministério Público, Pessoa fez questão de registrar que essa caminhada foi pavimentada com propinas. Altas somas.
Lista de Pessoa
Por Reinaldo Azevedo

quarta-feira, 24 de junho de 2015

MARCELO ODEBRECHT MANDOU DESTRUIR PROVAS CONTRA ELE

Mesmo preso, Marcelo deu instruções ilegais aos seus advogados
André RichterAgência Brasil
A Polícia Federal (PF) apreendeu na última segunda-feira um bilhete no qual o presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, escreveu a frase “destruir e-mail sondas”. O bilhete foi endereçado aos advogados dele e foi interceptado pelos agentes da PF que fazem a vigilância da carceragem da Superintendência em Curitiba, onde o executivo está preso desde sexta-feira (19).
Entre as frases escritas no bilhete, aparece uma dizendo “destruir e-mail sondas RR”. Para a PF, Marcelo se referia a Roberto Prisco Ramos, executivo da petroquímica Braskem, controlada pela Odebrecht.
Após tomar ciência do ocorrido, o delegado responsável pela Operação Lava Jato pediu aos advogados do executivo que apresentassem o bilhete original e justificassem a expressão usada por Odebrecht, sendo que o bilhete original não foi retido pela PF.
DESCULPA ESFARRAPADA
Ao delegado, os advogados Rodrigo Sanches e Dora Cavalcanti alegaram que o verbo destruir se referia a “estratégia processual e não a supressão de provas”. Eles explicaram que o documento original foi levado para São Paulo, por outro advogado, onde fica a sede da empreiteira.
Para decretar a prisão dos executivos da Odebrecht, o juiz Sérgio Moro, baseou-se, entre outras provas, em outros e-mails trocados entre Marcelo Odebrecht e Roberto Prisco, nos quais é mencionado o pagamento de propina de US$ 25 mil por dia para operação de sondas de perfuração da Petrobras.
http://www.tribunadainternet.com.br/marcelo-odebrecht-mandou-destruir-provas-contra-ele/

NO PETROLÃO, O QUE ESTÁ EM JOGO É A HONRADEZ DA JUSTIÇA

Roberto Nascimento
Enfim, a “cereja do bolo” caiu nas malhas da Justiça. Já estava ficando muito estranho o fato de as principais empreiteiras terem seus executivos presos na Operação Lava Jato e a maior de todas, a Odebrecht, aquela que navegava em mar calmo, apesar de ser a que mais contratos possuía ou possui com a Petrobras.
Os demais envolvidos no superfaturamento, no cartel das obras e no pagamento de propinas a diretores, gerentes, superintendentes, políticos e partidos, estavam incomodados com a situação. Os advogados das outras empresas já estavam arquitetando uma estratégia envolvendo o instituto da isonomia. Por que os nossos executivos estão presos e os da cereja do bolo continuam livres, leves e soltos?
Agora, se advier alguma manobra para salvar as empreiteiras corruptas, o arcabouço jurídico do país desmorona. No inconsciente coletivo do povo ficará claro que o crime compensa. As pessoas honestas terão a sensação de que agiram como bobas a vida toda e que o certo é mamar nas tetas gordas do Estado.
IMPUNIDADE
Quanto mais ilícitos, mais a certeza da impunidade, pois sobrarão recursos para pagar os advogados de alto escalão, aqueles mesmos que no Mensalão protagonizaram o espetáculo teatral egolátrico perante os ministros da Corte Constitucional. Alguns não conseguiram a absolvição de seus clientes, mas muitos réus todos cumprindo prisão domiciliar, próximo a ganhar indulto e perdão judicial, com já aconteceu com José Genoino.
Se persistirem e se tornarem realidades os rumores que rondam o cenário contra as ações moralizadoras do juiz Sérgio Moro, podem estar certos de que o país sairá desmoralizado perante o palco das nações. A partir da salvação de executivos e de empreiteiras corruptas. deverão ser abertas todas as trancas das cadeias do país, até para ser cumprido o preceito constitucional, cláusula pétrea, da isonomia de tratamento.
http://www.tribunadainternet.com.br/no-petrolao-o-que-esta-em-jogo-e-a-honradez-da-justica/

PROVAS CONTRA A ODEBRECHT VÃO SE AMONTOANDO NA LAVA JATO

PAULO ROBERTO COSTA DEIXA HOTEL PARA DEPOR EM CURITIBA.
Ex-diretor Paulo Roberto Costa prestou novo depoimento
Ricardo Brandt, Mateus Coutinho e Julia AffonsoEstadão
O ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa detalhou em depoimento prestado terça-feira o pagamento de propina de US$ 5 milhões por ano pela petroquímica Braskem (empresa que tem a Odebrecht como sócia da Petrobrás), intermediado pelo diretor demissionário da Construtora Norberto Odebrecht Alexandrino Ramos de Alencar. Primeiro delator da Operação Lava Jato, Costa revelou que o doleiro Bernardo Freiburghaus, acusado de operar propina para a empreiteira, foi quem cuidou dos depósitos em contas secretas mantidas na Suíça.
Alexandrino Alencar trabalhou na Braskem de 2002 a 2007, quando foi transferido para a holding da Odebrecht. Até a noite de segunda, ele era diretor de Relações Institucionais da empreiteira. Após a empreiteira confirmar a demissão do diretor, sua prisão temporária de cinco dias foi prorrogada por mais um dia pelo juiz federal Sérgio Moro – que conduz os processos da Lava Jato, em Curitiba.
Segundo Costa, ele, Alexandrino Alencar e o ex-deputado José Janene (morto em 2010) negociaram o pagamento das propinas da Braskem em um encontro em hotel na capital paulista. De acordo com o delator, o esquema de propinas teria perdurado de 2006 a 2012 com a atuação de Freiburghaus no exterior.
“Um percentual deste montante (propina) era destinado a sua pessoa (Paulo Roberto Costa), tendo recebido valores junto a suas contas mantidas na Suíça por meio do operador Bernard Freiburghaus”, relatou Costa no seu depoimento.
PEÇA-CHAVE
Freiburghaus, que mora na Suíça é tratado pelos investigadores como peça-chave para a descoberta do suposto envolvimento da Odebrecht no esquema de cartel e corrupção na Petrobrás. Ele é considerado foragido pela força-tarefa (mais informações no texto ao lado) e foi apontado por pelo menos três delatores como o responsável pelas movimentações da empreiteira fora do País.
O próprio Alexandrino Alencar, em depoimento prestado aos investigadores na segunda-feira, admitiu que tratou de doações da Braskem ao PP em encontros com Janene, o doleiro Alberto Youssef e Costa em hotéis de São Paulo. De acordo com o executivo, as “tratativas” foram interrompidas após Janene ser citado no escândalo do mensalão, que veio à tona em 2005.
ALEXANDRINO NEGA
Alexandrino Alencar, contudo, nega que tenha tratado de propinas nas reuniões. Ele afirmou que cuidava de doações eleitorais da empreiteira e admitiu que, a partir de 2007, participou de reuniões na casa de Janene, em São Paulo para “tratar de assuntos políticos” e “inclusive quanto a quem a Odebrecht iria apoiar politicamente”.
Ainda segundo o executivo, as doações ao PP e a “alguns candidatos”, que ele não detalhou no depoimento, em 2008 e 2010 foram definidas a partir destes encontros. O executivo já admitiu queRafael Ângulo Lopes, o “carregador de malas” de Youssef, foi à sede da Odebrecht em “quatro ou cinco oportunidades”.
Conhecido pelo bom trânsito entre os políticos, Alexandrino Alencar chegou a acompanhar Luiz Inácio Lula da Silva em uma viagem do ex-presidente a países da América Central e do Norte em 2013.
http://www.tribunadainternet.com.br/provas-contra-a-odebrecht-vao-se-amontoando-na-lava-jato/